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BNB

Inadimplência menor ajuda BNB a lucrar R$ 747,7 milhões em 2014

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Ter, 24 de Fevereiro de 2015 13:40

Com a redução da inadimplência e a melhora das provisões para crédito de liquidação duvidosa, o Banco do Nordeste (BNB) viu seu lucro líquido dobrar em 2014, para R$ 747,7 milhões, ante um total de R$ 360,4 milhões registrado em 2013.

O movimento, segundo o presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, é reflexo do processo de melhoria da qualidade dos ativos e de um trabalho de recuperação de crédito que o banco vem fazendo nos últimos anos.

O índice de inadimplência da carteira do banco terminou 2014 em 2,9%, ante 4% em 2013. Considerando os empréstimos com os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o índice de inadimplência caiu de 9,2% em 2013 para 8,5% em 2014.

Em meio a esse cenário, somado a uma recuperação de crédito no total de R$ 2,4 bilhões, o banco reduziu sua provisão para crédito de liquidação duvidosa em 32,3%, para R$ 1,261 bilhão, considerando as carteiras do banco e do FNE.

Ao fim de 2014, a carteira de crédito do banco somou R$ 13,213 bilhões, alta de 13,15% em relação ao ano anterior. O saldo da carteira do FNE cresceu 11,7% e terminou 2014 com R$ 44,514 bilhões.

Em 2015, a instituição espera investir definitivamente na expansão de sua atuação como banco comercial. A principal estratégia neste segmento é firmar parcerias com o Sebrae e com federações como a da indústria e dos lojistas para conceder crédito nessa cadeia. O caminho das parcerias é uma maneira, segundo Souza, de mitigar os riscos e entrar no segmento com cautela. "Nós não vamos dar um grande salto na área comercial já em 2015. Vamos entrar com força, mas com muita prudência", disse.

O objetivo é levar esse modelo para todos os Estados do Nordeste, além de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Além disso, na linha da pessoa física, o banco quer continuar abrindo novas agências e explorar as parcerias que já detém com Banco do Brasil e Caixa no atendimento de sua cadeia de clientes.

Na área do banco de desenvolvimento, Souza afirma que, a despeito de ser um ano de fragilidade econômica, novos projetos continuam a ingressar no banco. "Temos mais de R$ 3 bilhões de propostas de concessão de crédito para a área de desenvolvimento tramitando dentro do banco", disse.

Em 2014, a atuação do banco no microcrédito mostrou taxas de crescimento de dois dígitos. No programa Crediamigo, com foco na concessão de crédito para áreas urbanas, o banco desembolsou R$ 7,1 bilhões no ano, com expansão de 23,7% ante o ano anterior. Já os desembolsos para o programa Agroamigo, com foco no desenvolvimento das áreas rurais, somaram R$ 1,5 bilhão, com expansão de 22,3%.

Fonte: Valor Econômico

 

Conquista da Campanha 2014, BNB lança fundo de assistência à saúde

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Qui, 11 de Dezembro de 2014 12:44

Crédito: Seeb Ceará
Seeb Ceará
Anúncio ocorreu em Fortaleza, com a presença de dirigentes sindicais

Foi lançado no último dia 3, no auditório da presidência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), em Fortaleza, o Fundo de Assistência para Demandas Diferenciadas e Atuação em Saúde Preventiva. Trata-se de uma reivindicação que há sete anos constava na pauta específica dos funcionários e negociada pelas entidades sindicais, mas que somente foi atendida na Campanha Nacional dos Bancários 2014.

O anúncio da implantação do fundo foi feito pela presidente do BNB, através de videoconferência, e contou com a presença do presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará e da Fetrafi Nordeste, Carlos Eduardo Bezerra, do coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB, Tomaz de Aquino, e de outros dirigentes sindicais que representam os trabalhadores da instituição.

O fundo já nasce com um montante de R$ 3 milhões de reservas oriundas de receitas da Camed Corretora e destinado a custear despesas médicas, aparelhos, tratamentos e medicamentos de alto custo, itens não amparados pelo rol de eventos autorizados pela Agência Nacional de Saúde (ANS). "Com isso, será possível minimizar custos dos associados às voltas com despesas inesperadas de elevada monta", enfatizou o presidente do BNB, Nelson Antonio de Sousa.

Carlos Eduardo destacou a luta dos sindicatos que representa em prol da melhoria da saúde dos funcionários do BNB, lembrando que a reivindicação ora conquistada foi consequência de processo negocial que durou sete anos.

Tomaz de Aquino enfatizou a importância de se exercitar distintamente as três atitudes capazes de transformar em realidade o sonho dos trabalhadores: organização, mobilização e negociação. E avisou: "vamos continuar firmes em busca de novas conquistas".

Fonte: Contraf-CUT com Seeb Ceará

 
 

BNB vai criar braço de investimentos em participações de empresas

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Sex, 07 de Novembro de 2014 11:15

BNBO Banco do Nordeste se prepara para atuar no mercado de capitais por meio da criação de um braço de investimentos em participações em empresas. Um projeto-piloto com um fundo de R$ 10 milhões já começou a ser executado pelo banco este ano. "A ideia é, no futuro, participar de pequenos e grandes projetos", disse Dyogo Henrique de Oliveira, presidente do conselho de administração do banco.

Segundo Oliveira, o banco está desenvolvendo capacidade de gestão local e a ideia é atuar no segmento com recursos próprios.

Durante palestra no 20º Fórum Banco do Nordeste de Desenvolvimento, em Fortaleza, Oliveira disse que o crédito sozinho será insuficiente para o desenvolvimento do Nordeste nos próximos anos. "Pelo custo do dinheiro, não será mais um grande diferencial nosso. Já temos dificuldade no crédito para pequenas e médias empresas, para quem a celeridade é mais importante do que a taxa", disse. "O banco vai sair da passividade, ir para rua, queimar sola e desenvolver negócio."

A ideia não é "competir" no mercado de capitais, mas utilizar os instrumentos disponíveis para cumprir a função de desenvolvimento regional. "Temos que entrar nas empresas, participar, gerando uma cultura de gestão", afirmou Oliveira, que é secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda.

Fonte: Valor Econômico

 
 

Justiça condena BNB a convocar jornalistas aprovados em concurso

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Ter, 04 de Novembro de 2014 13:25

O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) terá que convocar e contratar os aprovados no concurso para comunicador social, realizado em 2010. A determinação foi dada pela Justiça em ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

A decisão também proíbe a contratação de profissionais não concursados, sob pena de multa de R$ 10 mil, além de obrigar a instituição financeira a suspender o prazo de validade do certame até o trânsito em julgado do processo (quando não cabe mais recurso na ação).

Na ação, o MPT pedia que o BNB fosse impedido de contratar terceirizados para atividades iguais aos dos aprovados em concurso público realizado pela própria instituição. Para o Ministério Público, não há dúvida quanto à natureza do contrato, mas sim da irregularidade da contratação de terceirizados que exerçam as mesmas atividades que deveriam ser executadas por servidores.

Em 2010, o Banco do Nordeste realizou concurso público para a formação de cadastro de reserva, a fim de atender às demandas de provimentos de vagas que viessem a surgir nos quadros da instituição.

Após audiências de conciliação, o BNB não convocava os aprovados em concurso e continuava a manter funcionários terceirizados em funções que deveriam ser desempenhadas por concursados. Diante disso, o MPT ingressou com a ação em face dos aprovados, tendo os pedidos acatados pela Justiça.

Fonte: MPT

 
 

MPT pede multa de R$ 1 mi contra assédio moral no Banco do Nordeste

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Ter, 04 de Novembro de 2014 07:55

Crédito: Seec AL
Seec ALO Ministério Público do Trabalho (MPT) de Alagoas ajuizou Ação Civil Pública contra o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) devido à prática de assédio moral contra seus advogados, exercida pela gerente geral do setor jurídico (CONAJ). Na ação, o MPT-AL denuncia que houve dano moral coletivo aos trabalhadores e solicita multa de R$ 1 milhão contra o BNB.

Depoimentos de cinco advogados do banco embasam a ação ajuizada pelo MPT. Eles revelam, entre outras coisas, que as práticas de assédio são recorrentes, indo desde a carga de trabalho incompatível com a jornada até a falta de respaldo da gerência para a resolução dos problemas cotidianos. 

As formas de tratamento da gerente para com os subordinados são desrespeitosas, inclusive com manifestações ríspidas na frente de todos os membros da equipe.

Um dos itens que chama a atenção na Ação Civil Pública é o fato de uma advogada depoente ter pedido demissão do banco por não ter aguentado conviver com o clima de terror que os subordinados sofrem dentro do seu ambiente de trabalho. A advogada está desempregada até hoje.

Antes de ajuizar a ação contra o BNB, o Ministério Público do Trabalho chamou a empresa para firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), visando acabar com a forma de tratamento e de relacionamento existente no setor jurídico. Mas o banco recusou a proposta encaminhada. 

Aí não restou alternativa ao MPT-AL a não ser ajuizar a ação, para obter de forma coercitiva o cumprimento dos direitos dos funcionários.

"O banco extrapola os limites normais de relacionamento e de hierarquia, por excessiva e abusiva cobrança, bem como por atitudes grosseiras, como ameaças e xingamentos, expondo os obreiros a situações humilhantes e vexatórias", diz o texto da ação.

O MPT conclui que "a empresa extrapola o seu poder regulamentar e de direção das atividades dos empregados, exercendo pressão e constrangendo os seus trabalhadores, atitudes que vão de encontro aos direitos fundamentais estabelecidos na Constituição".

"O que a gerente do setor jurídico do banco vem fazendo é um absurdo porque ofende a integridade moral dos funcionários. Não se pode admitir, nem permitir, que uma gestora queira impor sua vontade a ferro e fogo, com palavrões e gestos condenáveis", afirma Alexandre Timóteo, diretor do Sindicato dos Bancários de Alagoas e membro da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB.

O presidente do Sindicato, Jairo França, espera que a Justiça acate a Ação Civil Pública do MPT-AL e puna o banco de forma exemplar. Ele lembra que na ação, além da multa de R$ 1 milhão, são reivindicadas outras providências, entre elas a de que o banco se abstenha de praticar assédio moral contra os funcionários. "Por diversas vezes cobramos providências do banco contra essa situação no CONAJ, mas não nos deram ouvidos", lamentou.


Fonte: Seec AL

 
 

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