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BNB

Graças à estratégia do movimento sindical BNB adianta PLR de 6,25% do lucro líquido de 2015

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Escrito por Otávio Ivson Santos Sex, 06 de Maio de 2016 17:41

Reunião BNB PLR SiteLuta dos trabalhadores e estratégia do movimento sindical garantem vitória para os funcionários do Banco do Nordeste na antecipação da PLR – Graças à decisão dos representantes dos funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), na reunião de 2 de maio, no Sindicato dos Bancários do Ceará, de não assinarem o acordo específico da distribuição da Parcela nos Lucros e Resultados da forma que a direção do BNB queria, o banco foi obrigado a pagar os 6,25% do lucro líquido de 2015, que havia sido autorizado pelos órgãos de controle.

O diretor do Sindicato dos Bancários da Paraíba e funcionário do BNB, Robson Luís Andrade Araújo, nos enviou um texto explicativo sobre todo esse processo de negociação do pagamento da PLR, que reproduzimos na íntegra, abaixo.

Desde que iniciou o impasse em relação ao valor da PLR que seria pago aos funcionários do BNB, os sindicatos de bancários de todo o Nordeste filiados à CUT (exceto os que são ligados à CONTEC, que assinou acordo específico de PLR com o banco que só garantia o pagamento aos funcionários de suas bases de apenas 3% do lucro líquido de 2015 como participação nos lucros) juntos com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), vêm se reunindo e traçando estratégias para garantir o cumprimento integral da proposta de PLR feita pelo banco e aceita pelos funcionários nas assembleias que culminaram com o fim da greve na Campanha Nacional dos Bancários 2015, que foi seguir a FENABAN e manter PLR Social de até 3% do lucro líquido daquele ano (LL-2015); o que totalizaria 18% do lucro do banco no referido exercício, ou seja, R$ 54,96 milhões.

O impasse começou em uma mesa de negociação ocorrida com o banco no mês de fevereiro, na qual fomos categóricos ao informar o diretor administrativo e de TI que o acordo específico de PLR, nos moldes propostos pelo BNB, que incluíam índices de desempenho não previstos na proposta dada pelo banco, não seria assinado pelas entidades sindicais nem pela Contraf-CUT em hipótese alguma, exatamente por não garantir o fiel cumprimento da proposta originalmente feita pela instituição.

Após o anúncio do banco, em 12 de abril passado, de que os funcionários só teriam direito aos 3% da PLR Social, exatamente pelo fato de a instituição não ter atingido os índices de desempenho acordados com os órgãos de controle, especialmente a rentabilidade do patrimônio líquido, o movimento sindical decidiu chamar assembleia para deliberar sobre um dia de luta pela PLR, que ocorreu em 19 de abril. E foi suficiente para que o banco, no dia seguinte, anunciasse para os funcionários que após um “fenomenal” esforço de articulação, conseguiu autorização para pagar 6,25% do LL-2015 e que dependia apenas da assinatura das entidades representativas no acordo específico da PLR, numa verdadeira chantagem contra os funcionários e as entidades.

Em relação a isso, gostaríamos de esclarecer que, se assinássemos o referido acordo, não teríamos como cobrar a diferença devida, que entendemos ser de mais 11,75% do LL-2015. Importante também é deixar claro que o banco já tinha autorização para pagar os 6,25% há muito tempo, e que esse percentual não foi limitado pelo DEST, pois o mesmo autorizou integralmente o valor pedido pelo banco, ou seja, o BNB não só solicitou autorização para distribuir apenas 6,25% do LL-2015 como PLR, como também disse que seus funcionários só teriam direito à PLR Social, já sabendo que poderia distribuir mais que o dobro disso, para “ver se colava”, o dia de luta fez com que a diretoria do banco percebesse que não iria “colar”, o que demonstra claramente a força da união dos trabalhadores na luta por seus direitos, e a forma desonesta com que o Banco do Nordeste está agindo em relação aos seus funcionários, mentindo pra eles em relação ao percentual que poderia ser distribuído como PLR, e tentando coloca-los contra seus representantes ao afirmar que depende apenas concordância das entidades para efetuar o pagamento.

Aliás, o BNB chegou a acusar as entidades representativas de, mesmo sabendo das “limitações legais” às quais o banco está submetido, se recusarem a assinar o acordo específico de PLR do Banco do Nordeste. Ora, os funcionários e suas entidades representativas não têm nenhuma obrigação de conhecer ou de concordar com tais “limitações”.

Temos sim, que lutar para maximizar as conquistas da categoria durante as negociações com o empregador. Já o BNB, esse sim, tem obrigação de conhecer suas próprias limitações. Daí vem a pergunta que não quer calar: A diretoria do banco, mesmo conhecendo suas “limitações legais”, fez uma proposta de PLR para seus funcionários, sabendo que não iria cumpri-la, fraudando assim o processo de negociação, com o intuito espúrio de enganar os trabalhadores para obter o benefício do fim da greve?

Finalizamos informando que apesar das pressões sofridas por todos os sindicatos, de parte considerável de suas bases, para convocar novas assembleias para deliberar sobre a adesão das entidades representativas ao acordo específico de PLR do BNB, praticamente todos os sindicatos do Nordeste e a Contraf-CUT, reunidos na última segunda-feira (02/05/2016) no Sindicato dos Bancários do Ceará, com um espírito de unidade inédito e extremamente benéfico para a nossa categoria, de forma absolutamente consensual, com a informação de que a diretoria do banco estava sendo pressionada pelos órgãos de controle a pagar a PLR autorizada por eles (6,25% do LL-2015), vendo o desespero da diretoria do banco para fazer tal pagamento, e sabendo que tinha grande chance de conseguir obrigar o banco a pagar, pelo menos o valor incontroverso, através de decisão liminar do judiciário, decidiu mais uma vez não assinar o acordo específico de PLR proposto pelo banco e continuar com a estratégia de brigar judicialmente para receber todo o valor devido da PLR de 2015 (regra da FENABAN + PLR Social).

Tal decisão obrigou o banco a pagar os 6,25% do LL-2015 à título de adiantamento suplementar da PLR 2015, o que atende aos anseios dos funcionários que estavam dispostos a abrir mão do seu direito integral, por estarem endividados e contando com o referido pagamento, sem impedir que seus sindicatos cobrem, judicialmente, os 11,75% do LL-2015 que faltam para que o banco cumpra a proposta aprovada nas assembleias que encerraram a greve em 2015.

Estamos todos, funcionários do Banco do Nordeste, sindicatos e Contraf-CUT de parabéns pela luta e pelas estratégias adotadas em relação ao problema da PLR. Tenham a certeza de que lutaremos sempre para proteger os interesses da categoria que representamos, mesmo que tenhamos que protegê-los da própria categoria, como fizemos neste episódio e continuaremos fazendo.

Por Robson Luis Andrade Araujo

Diretor – Secretário de Políticas Sociais e Saúde do Sindicato dos Bancários da Paraíba

 

Pressão leva BNB a liberar PLR/2015 mesmo sem acordo. Ação judicial vai continuar

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Escrito por Emmanuela Qui, 05 de Maio de 2016 17:02

 

Seeb Ceará
Seeb Ceará

Valeu a mobilização e os protestos feitos pelos colegas do BNB em todas as bases sindicais, demonstrando sua indignação pelo não pagamento da PLR/2015 nos moldes da Convenção Coletiva assinada com a Fenaban e assumida pela direção do BNB quando da apresentação de proposta para saída da greve, em outubro do ano passado.

A Diretoria Administrativa comunicou ao Sindicato dos Bancários do Ceará, nesta quarta-feira (4) pela manhã, que vai liberar o pagamento dos R$ 18.342 mil autorizados em Assembleia Geral dos Acionistas, de forma proporcional e descontado o adiantamento de R$ 4.500 mil feito por ocasião do encerramento da última greve da categoria.

O Sindicato dos Bancários do Ceará enfatiza que a decisão de o banco liberar o montante autorizado pelos acionistas não significa, de parte da Contraf-CUT e dos demais sindicatos cutistas e cetebistas, qualquer concordância com o valor estipulado. Dessa forma, a posição das entidades continua sendo a de não assinar qualquer acordo nesses termos e de continuar buscando na Justiça do Trabalho o cumprimento integral da Convenção Coletiva de Trabalho.

Quanto à assinatura do termo de adesão individual para recebimento do adiantamento suplementar da PLR/2015, o Sindicato não identifica qualquer problema em assinar, por entender que se trata apenas de uma precaução do Banco no sentido de assegurar que os valores pagos a título de antecipação sejam compensados, caso haja uma decisão posterior na Justiça.

Fonte: Seeb Ceará

 
 

Bancários de Campina Grande paralisam agências do BNB em protesto ao não pagamento da PLR

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Escrito por Emmanuela Ter, 19 de Abril de 2016 16:20

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(Campina Grande – PB) -Os funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) paralisaram por 24h, nesta terça-feira (19), as atividades das agências em Campina Grande. O ato foi em protesto ao valor rebaixado e ao não pagamento da segunda parte da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos trabalhadores.

A decisão de parar as atividades foi definida durante assembleia, realizada na última quinta-feira (14), no auditório do Sindicato. De acordo com a Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB), a paralisação, que também acontece em outros Estados do Nordeste é de advertência ao Banco, e que haverá novos protestos caso a empresa se recuse a abrir negociações para ajuste do valor da PLR.

O Sindicato, assim como a CNFBNB repudia a redução da Participação dos Lucros dos empregados e de qualquer outra redução de direitos.

Os trabalhadores estão reivindicando o que está previsto no Acordo Preliminar, fundamental para finalizar a greve dos funcionários durante a Campanha Salarial 2015, onde o Banco se comprometeu a seguir a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) quanto ao pagamento da Participação nos Lucros e Resultados.

A assessoria jurídica do Sindicato já está analisando a possibilidade de ajuizar ação coletiva por descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho.

Fonte: Seeb Campina Grande e Região

 
 

Bancários do BNB fazem paralisação na Bahia

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Escrito por Emmanuela Ter, 19 de Abril de 2016 14:50

A mobilização é por conta da falta de pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de 2015

 

Os funcionários do BNB da base do Sindicato dos Bancários da Bahia aprovaram, em assembleia, ocorrida nesta segunda-feira (18/04), na entidade, paralisação nas unidades do banco até 12h desta terça-feira (19/04), por conta da falta de pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de 2015.

Outra sugestão da assembleia é uma paralisação nacional no dia 28 de abril. O assunto será debatido. Na última campanha salarial, o banco havia assumido o compromisso com a representação dos trabalhadores de seguir o acordo da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) para o benefício. Inclusive, colocou como condição para encerramento da greve. No entanto, este ano, deixou os funcionários a ver navios. Nada de PLR. 

A instituição enviou, na semana passada, comunicado aos trabalhadores com argumentos para a negativa do pagamento da PLR. O banco não teria alcançado as metas de desempenho determinadas pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento. 

A empresa informou que tentaria o pagamento, junto ao Dest (Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais), de 6,25% do lucro líquido (R$ 305,7 milhões em 2015). No entanto, a Convenção Coletiva de Trabalho prevê, no mínimo, 12%. 

O Sindicato da Bahia já ingressou com ação, protocolada no ano passado, para pagamento da primeira e segunda parcela do benefício. Agora, aguarda julgamento.

A mobilização continua até que o BNB cumpra com o acordado e trate com respeito os empregados. A PLR não é favor. É direito. 

Fonte: Seeb Bahia

 
 

Bancários fecham agências do BNB em Alagoas para cobrar PLR decente

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Escrito por Emmanuela Ter, 19 de Abril de 2016 14:31

 

Seec-AL 
A paralisação e manifestações desta terça-feira também ocorreram em outros estados - Seec-AL 
A paralisação e manifestações desta terça-feira também ocorreram em outros estados

Os bancários do BNB também protestam contra outras atitudes do banco, que não vem respeitando itens da CCT - Funcionários do Banco do Nordeste na capital e interior de Alagoas paralisaram as atividades desde o início da manhã, em protesto contra o valor rebaixado da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) anunciado pela empresa. O movimento, que deve durar toda esta terça-feira (19), busca pressionar a diretoria para que apresente uma proposta condizente com o trabalho e a dedicação do funcionalismo, responsáveis pelo lucro obtido no último período.

Os bancários do BNB também protestam contra outras atitudes do banco, que não vem respeitando itens da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e dos aditivos. Um deles é a contratação de mais funcionários, que iria desafogar a sobrecarga de trabalho de quem está nas agências/unidades.

Os funcionários foram pegos de surpresa pela Diretoria da instituição, com a informação de que serão distribuídos apenas 25% do lucro liquido de 2015 como dividendos. Isso afeta diretamente a PLR dos bancários, uma vez que ela é limitada a 25% do valor distribuído a titulo de dividendos. Ou seja, o BNB só estaria obrigado a pagar 6,25% do seu lucro liquido como participação a seus funcionários.

“O Sindicato repudia a forma desrespeitosa com que o banco vem tratando o seu corpo funcional. Desconsiderar o trabalho valoroso dos trabalhadores, que apesar de todas as dificuldades e assédios que sofre conseguiu produzir o lucro que aí está, é algo que tem de ser combatido. Exigimos que o banco apresente proposta de PLR condizente com o que foi acordado na Convenção Coletiva da categoria e que pare de inventar subterfúgios para não pagar o que deve”, disse Alexandre Timóteo, diretor do Seec-AL e membro da comissão de negociação com o BNB.

A paralisação e manifestações desta terça-feira também ocorreram em outros estados. De acordo com os organizadores, elas foram uma advertência, porque novos protestos serão marcados caso o banco não abra negociações e mude o valor pífio da PLR.

Fonte: Seec-AL

 
 

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