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BNB

BNB é condenado a pagar 7ª e 8ª horas aos gerentes de suporte e agentes de desenvolvimento

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Ter, 19 de Agosto de 2014 12:26

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O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) foi condenado a reconhecer que os funcionários que exercem funções de Gerente  de Suporte e Agente de Desenvolvimento  devem ter jornada de trabalho de seis horas/dia, ou 30 horas semanais. “Esses profissionais  têm atribuições que, apesar de apontar uma responsabilidade maior, não indicam fidúcia elevada”, assim entendeu o Juiz da 1ª Vara do Trabalho da 13ª Região.

Pela decisão, que ainda cabe recurso por parte do BNB, são beneficiários todos os funcionários lotados em unidades na jurisdição do Sindicato dos Bancários da Paraíba, que ocupam ou ocuparam tais funções, ainda que em substituição, durante qualquer período a partir de 7 de agosto de 2008. Dessa data em diante, todos eles fazem jus a duas horas-extras por dia, com todas as correções devidas, e os seus reflexos em verbas como 13º Salário, Férias mais 1/3, FGTS, descanso semanal remunerado, dentre outras.

As ações de 7ª e 8ª Horas, como ficaram conhecidas essas ações de horas-extras,  foram ajuizadas em 07 de agosto de 2013. Isso, após o Sindicato constatar que a nomenclatura das funções comissionadas, bem como os valores das comissões, não são suficientes para caracterizar tais funções como cargos de confiança, como alega o banco; o que permitiria a extensão da jornada de trabalho dos bancários para oito horas diárias (40 horas semanais).
O Sindicato também está contestando as jornadas de trabalho de todos os gerentes intermediários das agências, por entender que suas atribuições também não se enquadram nas exceções à jornada dos bancários, prevista na CLT (seis horas). Decisões sobre estas funções devem ser tomadas em um futuro próximo.

Além das ações de 7ª e 8ª horas, o Sindicato ajuizou ação cobrando o cumprimento do acordo coletivo 2013/2014, no que diz respeito ao ponto eletrônico e ao vale-cultura. E outra ação cobrando a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), referente ao ajuste realizado no balanço do ano de 2012, que incrementou o lucro daquele exercício em R$ 312 milhões.

Para Robson Luís, diretor do SEEB – PB e funcionário do BNB, as decisões tomadas pelo judiciário, em relação a essas  ações  que obtivemos êxito em primeira instância,  foram justas e refletem os entendimentos do TST sobre o tema.
“Estamos vigilantes e não deixaremos de cobrar um único centavo devido aos funcionários, inclusive as muitas horas extras realizadas pelos trabalhadores e não pagas. Se a direção do BNB apostar na impunidade e continuar sonegando o que nos é devido, vai ‘quebrar a cara’, porque vamos lutar incansavelmente por todos os nossos direitos", concluiu o sindicalista.

 

Contraf-CUT espera diálogo com presidente efetivado do Banco do Nordeste

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Qui, 03 de Julho de 2014 10:34

A presidenta Dilma Rousseff efetivou Nelson Antônio de Souza na presidência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). A nomeação foi publicada na edição desta terça-feira, dia 1° de julho, no Diário Oficial da União. Ele já estava à frente do BNB interinamente desde o dia 3 de abril, quando o ex-presidente Ary Joel de Abreu Lanzarin renunciou ao cargo, alegando motivos pessoais.

"Esperamos que o presidente do Banco do Nordeste, agora efetivado, valorize o processo de diálogo e a negociação coletiva, sobretudo na Campanha Nacional dos Bancários 2014, quando queremos conquistar novos avanços tanto na mesa única com a Fenaban como na mesa específica com o BNB, na perspectiva de melhorar o emprego, a remuneração e as condições de trabalho dos funcionários", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

"Queremos que o BNB seja cada vez mais de fato um banco público, a serviço do desenvolvimento econômico e social do Nordeste e do Brasil", ressalta o dirigente sindical.

A pauta específica de reivindicações foi aprovada no XX Congresso Nacional dos Funcionários do BNB, ocorrido nos dias 30 e 31 de maio, em João Pessoa, que contou com a participação de 112 delegados e fortaleceu a unidade e a luta dos trabalhadores do banco.

Nelson participou da mesa de abertura do encontro, o que foi um marco, porque nunca antes um presidente do BNB havia comparecido. "Foi um gesto positivo que ajuda no diálogo e na negociação das demandas dos funcionários do banco", salienta Carlos de Souza, diretor da Contraf-CUT.

Quem é Nelson

O presidente efetivado está no BNB desde julho de 2012, quando assumiu a Diretoria de Estratégia, Administração e TI, sendo responsável pelas áreas de Estratégia, Arquitetura Organizacional, Marketing e Comunicação, Logística, Desenvolvimento Humano e Tecnologia da Informação.

Ele é funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal, onde exerceu funções estratégicas, como superintendente Nacional do FGTS, chefe de Gabinete da Presidência e diretor executivo de Gestão de Pessoas. É formado em Letras e Psicologia e tem MBA em Marketing pelo Instituto de Estudos Empresarias do Rio de Janeiro.

Fonte: Contraf-CUT

 
 

Bancários do BNB protestam pelo pagamento da PLR

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Ter, 06 de Maio de 2014 11:23

   

No último dia 2/5, os funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) realizaram uma paralisação durante toda a manhã nas unidades de Fortaleza para mostrar sua indignação diante do não pagamento da segunda parcela da PLR. Na parte da tarde, o protesto foi realizado no Centro Administrativo do Banco, no Passaré.

As mobilizações contribuíram para a realização de negociação com o Governo Federal na segunda-feira, 5/5, em Brasília, resultando em encaminhamento positivo para o problema.

As agências Centro, Av. Bezerra de Menezes, Montese e Aldeota estiveram fechadas até o meio dia, enquanto que na sede administrativa do Passaré foi realizada, à tarde, uma manifestação que demonstrou a insatisfação do funcionalismo em relação ao assunto.

“O que está havendo, na nossa avaliação, é uma grande injustiça com os trabalhadores, porque o governo recebeu sua parte, enquanto os funcionários ficam na dependência de aprovação do DEST. Isso é um verdadeiro desrespeito”, analisa a diretora do Sindicato e funcionária do BNB, Carmen Araújo.

O coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB), Tomaz de Aquino, disse crer que a mobilização do funcionalismo esteja na base da decisão tomada dia 5/5 durante reunião envolvendo a Contraf-CUT, o BNB e o DEST para garantir o pagamento da PLR.

Fonte: SEEB/CE
Última atualização: 05/05/2014 às 12:37:42

 

 
 

Bancários param agências do BNB na Paraíba contra não pagamento da PLR

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Dom, 04 de Maio de 2014 10:07

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Nesta sexta-feira, 2 de maio, os bancários paralisaram até o meio dia as atividades das agências João Pessoa - Centro (Varadouro), João Pessoa - Epitácio Pessoa (Av. Epitácio Pessoa), Cidade Universária (Bancários) e Santa Rita, na Grande João Pessoa. O protesto foi contra o não pagamento da Parcela de Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

A atividade é nacional e aqui foi coordenada pela diretoria do Sindicato dos Bancários da Paraíba (SEEB - PB), que representa cerca de 300 bancários do BNB. O protesto, além de cobrar o pagamento da PLR, também tem como objetivo pressionar os órgãos governamentais de controle do banco estatal.

A pressão do movimento sindical e dos funcionários do BNB provocou a convocação de uma reunião entre Banco, Governo e Contraf-CUT, que deverá ocorrer nesta segunda-feira, 5 de maio, em busca de uma solução do impasse.

Segundo o diretor do SEEB-PB e funcionário do BNB, Robson Luís, banco obteve lucro e pagou dividendos aos acionista, inclusive ao governo federal. "Então, agora é hora de pagar a parte dos funcionários, que foram os responsáveis pelo resultado positivo da Instituição Financeira. Por isso, fizemos essa paralisação parcial de advertência, mas vamos intensificar a luta, caso a intransigência continue", concluiu.

 
 

BNB paga dividendos aos acionistas, mas governo não autoriza PLR

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Qua, 30 de Abril de 2014 08:39

 

Crédito: Seeb Ceará
Seeb Ceará

Negociação com BNB não avança e Comando Nacional aprova mobilização

Em reunião ocorrida nesta segunda-feira (28), em Fortaleza, entre a Contraf-CUT, federações e sindicatos com o presidente interino do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Nelson Antônio de Souza, ficou confirmado mais uma vez o alerta das entidades sindicais em relação ao pagamento da segunda parcela da PLR de 2013.

Nelson informou que o banco ainda não havia conseguido junto ao DEST e ao Ministério da Fazenda a aprovação para fazer o pagamento do direito do funcionalismo através do ajuste do balanço de 2012. Entretanto, ele disse à Contraf-CUT, assessorada pela Comissão Nacional dos Funcionários do BNB, que os dividendos relativos ao ajuste daquele ano já foram pagos aos acionistas, incluindo aí o governo federal (maior acionista).

"Na nossa avaliação, o que está havendo é uma grande injustiça com os trabalhadores, porque o governo recebeu seus dividendos, enquanto os funcionários ficam na dependência de uma autorização sem qualquer previsão para acontecer. Isso é, no mínimo, desrespeitoso com os bancários", afirma o vice-presidente da Contraf-CUT, Carlos de Souza.

O dirigente sindical salientou que, diante do impasse, a Contraf-CUT vai orientar os sindicatos a entrarem com ações judiciais contra o BNB para o cumprimento do acordo coletivo, a fim de fazer valer o direito dos funcionários. "Pelo que nos foi exposto na negociação, não é mais a PLR de 2013 que está em jogo, mas o não cumprimento do acordo da PLR de 2012. Se os acionistas receberam o ajuste feito no balanço, por que os trabalhadores não receberam?", questiona Carlos de Souza.

Mobilização é a resposta

Um calendário de mobilização foi aprovado nesta terça-feira (29), no seminário do Comando Nacional dos Bancários, que acontece em Brasília, prevendo a realização de manifestações em todo o país. Foi marcado um dia nacional de luta, a ser realizado na próxima sexta-feira (2), como forma de pressionar o banco a pagar a PLR dos funcionários. 

"A mobilização aprovada pelo Comando Nacional prevê atividades crescentes, podendo culminar com uma greve por tempo indeterminado. Para isso ocorrer, é fundamental que todo o corpo funcional participe dos protestos, pois só a unidade nacional e a nossa força irão pressionar o governo federal para que nosso direito conquistado em acordo coletivo seja garantido", aponta o coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB, Tomaz de Aquino.

Entenda o impasse

Tomando como base o lucro apresentado no balanço do BNB em 2013, muitos funcionários teriam de devolver parte do valor recebido como primeira parcela da PLR, o que ocorreu no final da Campanha Nacional 2013. Frente a isso, após a pressão das entidades sindicais, a direção do BNB apresentou uma proposta para solucionar a questão, mediante o pagamento de uma diferença da PLR de 2012, verificada após o ajuste do balanço daquele exercício. 

Em reunião realizada no dia 7 de março, o presidente do BNB informou que seria feita uma reversão de provisões realizadas a maior no exercício de 2012, o que reduziu o lucro do BNB e motivou a distribuição de uma PLR menor do que a que efetivamente deveria ter sido quitada. 

A compensação desses valores em 2013 permitiria ao banco quitar a segunda parcela da PLR. Por sua vez, as entidades sindicais alertaram para possíveis obstáculos no DEST e Ministério da Fazenda que poderiam dificultar a operação, o que acabou acontecendo.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb Ceará

 
 

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