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BNB vai criar braço de investimentos em participações de empresas

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Sex, 07 de Novembro de 2014 11:15

BNBO Banco do Nordeste se prepara para atuar no mercado de capitais por meio da criação de um braço de investimentos em participações em empresas. Um projeto-piloto com um fundo de R$ 10 milhões já começou a ser executado pelo banco este ano. "A ideia é, no futuro, participar de pequenos e grandes projetos", disse Dyogo Henrique de Oliveira, presidente do conselho de administração do banco.

Segundo Oliveira, o banco está desenvolvendo capacidade de gestão local e a ideia é atuar no segmento com recursos próprios.

Durante palestra no 20º Fórum Banco do Nordeste de Desenvolvimento, em Fortaleza, Oliveira disse que o crédito sozinho será insuficiente para o desenvolvimento do Nordeste nos próximos anos. "Pelo custo do dinheiro, não será mais um grande diferencial nosso. Já temos dificuldade no crédito para pequenas e médias empresas, para quem a celeridade é mais importante do que a taxa", disse. "O banco vai sair da passividade, ir para rua, queimar sola e desenvolver negócio."

A ideia não é "competir" no mercado de capitais, mas utilizar os instrumentos disponíveis para cumprir a função de desenvolvimento regional. "Temos que entrar nas empresas, participar, gerando uma cultura de gestão", afirmou Oliveira, que é secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda.

Fonte: Valor Econômico

 

Justiça condena BNB a convocar jornalistas aprovados em concurso

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Ter, 04 de Novembro de 2014 13:25

O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) terá que convocar e contratar os aprovados no concurso para comunicador social, realizado em 2010. A determinação foi dada pela Justiça em ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

A decisão também proíbe a contratação de profissionais não concursados, sob pena de multa de R$ 10 mil, além de obrigar a instituição financeira a suspender o prazo de validade do certame até o trânsito em julgado do processo (quando não cabe mais recurso na ação).

Na ação, o MPT pedia que o BNB fosse impedido de contratar terceirizados para atividades iguais aos dos aprovados em concurso público realizado pela própria instituição. Para o Ministério Público, não há dúvida quanto à natureza do contrato, mas sim da irregularidade da contratação de terceirizados que exerçam as mesmas atividades que deveriam ser executadas por servidores.

Em 2010, o Banco do Nordeste realizou concurso público para a formação de cadastro de reserva, a fim de atender às demandas de provimentos de vagas que viessem a surgir nos quadros da instituição.

Após audiências de conciliação, o BNB não convocava os aprovados em concurso e continuava a manter funcionários terceirizados em funções que deveriam ser desempenhadas por concursados. Diante disso, o MPT ingressou com a ação em face dos aprovados, tendo os pedidos acatados pela Justiça.

Fonte: MPT

 
 

MPT pede multa de R$ 1 mi contra assédio moral no Banco do Nordeste

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Ter, 04 de Novembro de 2014 07:55

Crédito: Seec AL
Seec ALO Ministério Público do Trabalho (MPT) de Alagoas ajuizou Ação Civil Pública contra o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) devido à prática de assédio moral contra seus advogados, exercida pela gerente geral do setor jurídico (CONAJ). Na ação, o MPT-AL denuncia que houve dano moral coletivo aos trabalhadores e solicita multa de R$ 1 milhão contra o BNB.

Depoimentos de cinco advogados do banco embasam a ação ajuizada pelo MPT. Eles revelam, entre outras coisas, que as práticas de assédio são recorrentes, indo desde a carga de trabalho incompatível com a jornada até a falta de respaldo da gerência para a resolução dos problemas cotidianos. 

As formas de tratamento da gerente para com os subordinados são desrespeitosas, inclusive com manifestações ríspidas na frente de todos os membros da equipe.

Um dos itens que chama a atenção na Ação Civil Pública é o fato de uma advogada depoente ter pedido demissão do banco por não ter aguentado conviver com o clima de terror que os subordinados sofrem dentro do seu ambiente de trabalho. A advogada está desempregada até hoje.

Antes de ajuizar a ação contra o BNB, o Ministério Público do Trabalho chamou a empresa para firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), visando acabar com a forma de tratamento e de relacionamento existente no setor jurídico. Mas o banco recusou a proposta encaminhada. 

Aí não restou alternativa ao MPT-AL a não ser ajuizar a ação, para obter de forma coercitiva o cumprimento dos direitos dos funcionários.

"O banco extrapola os limites normais de relacionamento e de hierarquia, por excessiva e abusiva cobrança, bem como por atitudes grosseiras, como ameaças e xingamentos, expondo os obreiros a situações humilhantes e vexatórias", diz o texto da ação.

O MPT conclui que "a empresa extrapola o seu poder regulamentar e de direção das atividades dos empregados, exercendo pressão e constrangendo os seus trabalhadores, atitudes que vão de encontro aos direitos fundamentais estabelecidos na Constituição".

"O que a gerente do setor jurídico do banco vem fazendo é um absurdo porque ofende a integridade moral dos funcionários. Não se pode admitir, nem permitir, que uma gestora queira impor sua vontade a ferro e fogo, com palavrões e gestos condenáveis", afirma Alexandre Timóteo, diretor do Sindicato dos Bancários de Alagoas e membro da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB.

O presidente do Sindicato, Jairo França, espera que a Justiça acate a Ação Civil Pública do MPT-AL e puna o banco de forma exemplar. Ele lembra que na ação, além da multa de R$ 1 milhão, são reivindicadas outras providências, entre elas a de que o banco se abstenha de praticar assédio moral contra os funcionários. "Por diversas vezes cobramos providências do banco contra essa situação no CONAJ, mas não nos deram ouvidos", lamentou.


Fonte: Seec AL

 
 

Banco do Nordeste, Maquiavel e a psicologia do medo

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Seg, 13 de Outubro de 2014 13:35

DSC 2125 red mod RobsonPor Robson Luís Andrade Araújo

Niccolò di Bernardo dei Macchiavelli, ou simplesmente Maquiavel, é reconhecido como o fundador da ciência política moderna por ter sido o primeiro a escrever sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser. Em sua principal obra, O Príncipe, ele ensina que para manter o controle de seus súditos, o príncipe virtuoso deve ser amado ou temido; de preferência, temido.

Fazendo uma analogia com a realidade atual no Banco do Nordeste, percebemos claramente que a diretoria executiva da instituição, “coincidentemente” com a chegada do então diretor de administração e TI, e atual presidente do BNB, Nelson Antônio de Souza (o psicólogo), está seguindo à risca os ensinamentos de Maquiavel, aterrorizando os funcionários com metas abusivas, “lembranças” constantes do risco de descomissionamento para os que não atingirem os resultados exigidos, uso de expressões desrespeitosas como “gerente serrote” para se referir a quem não atinge suas metas sempre, inclusive informando que o banco é quem escolhe onde estes funcionários irão trabalhar, lembrando assim o comportamento do tirano Byron Queiroz, que transferia quem o desagradasse para lugares isolados e distantes de suas bases familiares, provocando destruição de famílias e até suicídios durante toda sua gestão.

A situação fica ainda pior quando a instituição perde totalmente a credibilidade junto aos seus funcionários ao se recusar a cumprir compromissos assumidos com estes, como a revisão do Plano de Cargos e Remuneração (PCR) da instituição e, pelo segundo ano consecutivo, fere a Constituição Federal e a Lei de Greve ao constranger os grevistas a voltarem ao trabalho, utilizando-se de ameaças de corte de ponto, que é uma tática ilícita utilizada com a intenção de enfraquecer ou até mesmo destruir movimentos paredistas que são um direito garantido aos trabalhadores pela nossa Carta Magna.

Mas a vida é uma “caixinha de surpresas”. Nenhum conhecimento é absoluto. E eu, humildemente, vou me atrever a fazer um acréscimo às teses de Nicolau Maquiavel: “No Estado democrático e de direito, ninguém, absolutamente ninguém, é suficientemente temido para evitar o levante dos oprimidos.”. Ao contrário do que aconteceu em 2013, quando a greve dos BNBeanos foi destroçada em poucas horas pela ameaça do banco, nesse ano, os trabalhadores, ao perceberem que, se cedessem novamente às pressões do banco e voltassem ao trabalho, mesmo em estado de greve, se tornariam reféns dessa diretoria truculenta e covarde, e jamais conseguiriam maiores avanços em suas campanhas salariais, resolveram bater de frente com o psicólogo. Tornaram-se comuns frases como “prefiro ser derrotado pelo TST a ceder às ameaças do banco”. Até mesmo algumas unidades que, até então não haviam aderido à greve, após verem a tática maquiavélica do banco se repetir, aderiram ao movimento, numa grande demonstração de coragem e de solidariedade de classe.

A greve dos funcionários do BNB de 2014 vai entrar para a história como o movimento que iniciou a derrubada da nova tirania instalada na cúpula do Banco do Nordeste. Os trabalhadores deram seu recado ao psicólogo, digno dos maiores revolucionários da história da humanidade - “Preferimos morrer de pé a viver de joelhos”.

* Robson Luis Andrade Araujo é funcionário do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e diretor do Sindicato dos Bancários da Paraíba (SEEB-PB)

 
 

Justiça condena BNB em R$ 200 mil por jornada excessiva em Itabaiana

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Seg, 22 de Setembro de 2014 18:21

A Vara do Trabalho de Itabaiana (SE) condenou o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) a pagar R$ 200 mil por dano moral coletivo. Processado pelo Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE), o BNB fraudava os controles de jornada dos empregados, suprimia o intervalo para repouso e alimentação dos trabalhadores e exigia horas extras irregularmente, além de não contratar aprendizes.

O MPT vai recorrer da decisão por discordar do valor da indenização. "O MPT requereu indenização equivalente a 0,1% do capital social do BNB, cerca de R$ 2,1 milhões. O valor definido na sentença não satisfaz o objetivo que se almeja com a indenização, que é o de reprimir práticas danosas à coletividade, levando em consideração o porte econômico do infrator", explica o procurador do Trabalho José Adilson Pereira da Costa, à frente do caso.

Com a condenação, o BNB está obrigado a comprovar, no prazo de 30 dias, a contratação de aprendizes e a implantação do registro de jornada com apontamento dos horários de intervalo. Também ficou definido que o banco deve prestar contas, no prazo de 60 dias, sobre a concessão do intervalo entre duas jornadas e o registro das horas extras trabalhadas.

A empresa também deve apresentar os contracheques com o pagamento das horas extras, sob pena do pagamento de multa diária de R$ 1 mil.

Fonte: MPT

 
 

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