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BNB

Contraf-CUT espera diálogo com presidente efetivado do Banco do Nordeste

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Qui, 03 de Julho de 2014 10:34

A presidenta Dilma Rousseff efetivou Nelson Antônio de Souza na presidência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). A nomeação foi publicada na edição desta terça-feira, dia 1° de julho, no Diário Oficial da União. Ele já estava à frente do BNB interinamente desde o dia 3 de abril, quando o ex-presidente Ary Joel de Abreu Lanzarin renunciou ao cargo, alegando motivos pessoais.

"Esperamos que o presidente do Banco do Nordeste, agora efetivado, valorize o processo de diálogo e a negociação coletiva, sobretudo na Campanha Nacional dos Bancários 2014, quando queremos conquistar novos avanços tanto na mesa única com a Fenaban como na mesa específica com o BNB, na perspectiva de melhorar o emprego, a remuneração e as condições de trabalho dos funcionários", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

"Queremos que o BNB seja cada vez mais de fato um banco público, a serviço do desenvolvimento econômico e social do Nordeste e do Brasil", ressalta o dirigente sindical.

A pauta específica de reivindicações foi aprovada no XX Congresso Nacional dos Funcionários do BNB, ocorrido nos dias 30 e 31 de maio, em João Pessoa, que contou com a participação de 112 delegados e fortaleceu a unidade e a luta dos trabalhadores do banco.

Nelson participou da mesa de abertura do encontro, o que foi um marco, porque nunca antes um presidente do BNB havia comparecido. "Foi um gesto positivo que ajuda no diálogo e na negociação das demandas dos funcionários do banco", salienta Carlos de Souza, diretor da Contraf-CUT.

Quem é Nelson

O presidente efetivado está no BNB desde julho de 2012, quando assumiu a Diretoria de Estratégia, Administração e TI, sendo responsável pelas áreas de Estratégia, Arquitetura Organizacional, Marketing e Comunicação, Logística, Desenvolvimento Humano e Tecnologia da Informação.

Ele é funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal, onde exerceu funções estratégicas, como superintendente Nacional do FGTS, chefe de Gabinete da Presidência e diretor executivo de Gestão de Pessoas. É formado em Letras e Psicologia e tem MBA em Marketing pelo Instituto de Estudos Empresarias do Rio de Janeiro.

Fonte: Contraf-CUT

 

Bancários do BNB protestam pelo pagamento da PLR

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Ter, 06 de Maio de 2014 11:23

   

No último dia 2/5, os funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) realizaram uma paralisação durante toda a manhã nas unidades de Fortaleza para mostrar sua indignação diante do não pagamento da segunda parcela da PLR. Na parte da tarde, o protesto foi realizado no Centro Administrativo do Banco, no Passaré.

As mobilizações contribuíram para a realização de negociação com o Governo Federal na segunda-feira, 5/5, em Brasília, resultando em encaminhamento positivo para o problema.

As agências Centro, Av. Bezerra de Menezes, Montese e Aldeota estiveram fechadas até o meio dia, enquanto que na sede administrativa do Passaré foi realizada, à tarde, uma manifestação que demonstrou a insatisfação do funcionalismo em relação ao assunto.

“O que está havendo, na nossa avaliação, é uma grande injustiça com os trabalhadores, porque o governo recebeu sua parte, enquanto os funcionários ficam na dependência de aprovação do DEST. Isso é um verdadeiro desrespeito”, analisa a diretora do Sindicato e funcionária do BNB, Carmen Araújo.

O coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB), Tomaz de Aquino, disse crer que a mobilização do funcionalismo esteja na base da decisão tomada dia 5/5 durante reunião envolvendo a Contraf-CUT, o BNB e o DEST para garantir o pagamento da PLR.

Fonte: SEEB/CE
Última atualização: 05/05/2014 às 12:37:42

 

 
 

Bancários param agências do BNB na Paraíba contra não pagamento da PLR

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Dom, 04 de Maio de 2014 10:07

BNB paralisação02052014
Nesta sexta-feira, 2 de maio, os bancários paralisaram até o meio dia as atividades das agências João Pessoa - Centro (Varadouro), João Pessoa - Epitácio Pessoa (Av. Epitácio Pessoa), Cidade Universária (Bancários) e Santa Rita, na Grande João Pessoa. O protesto foi contra o não pagamento da Parcela de Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

A atividade é nacional e aqui foi coordenada pela diretoria do Sindicato dos Bancários da Paraíba (SEEB - PB), que representa cerca de 300 bancários do BNB. O protesto, além de cobrar o pagamento da PLR, também tem como objetivo pressionar os órgãos governamentais de controle do banco estatal.

A pressão do movimento sindical e dos funcionários do BNB provocou a convocação de uma reunião entre Banco, Governo e Contraf-CUT, que deverá ocorrer nesta segunda-feira, 5 de maio, em busca de uma solução do impasse.

Segundo o diretor do SEEB-PB e funcionário do BNB, Robson Luís, banco obteve lucro e pagou dividendos aos acionista, inclusive ao governo federal. "Então, agora é hora de pagar a parte dos funcionários, que foram os responsáveis pelo resultado positivo da Instituição Financeira. Por isso, fizemos essa paralisação parcial de advertência, mas vamos intensificar a luta, caso a intransigência continue", concluiu.

 
 

BNB paga dividendos aos acionistas, mas governo não autoriza PLR

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Qua, 30 de Abril de 2014 08:39

 

Crédito: Seeb Ceará
Seeb Ceará

Negociação com BNB não avança e Comando Nacional aprova mobilização

Em reunião ocorrida nesta segunda-feira (28), em Fortaleza, entre a Contraf-CUT, federações e sindicatos com o presidente interino do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Nelson Antônio de Souza, ficou confirmado mais uma vez o alerta das entidades sindicais em relação ao pagamento da segunda parcela da PLR de 2013.

Nelson informou que o banco ainda não havia conseguido junto ao DEST e ao Ministério da Fazenda a aprovação para fazer o pagamento do direito do funcionalismo através do ajuste do balanço de 2012. Entretanto, ele disse à Contraf-CUT, assessorada pela Comissão Nacional dos Funcionários do BNB, que os dividendos relativos ao ajuste daquele ano já foram pagos aos acionistas, incluindo aí o governo federal (maior acionista).

"Na nossa avaliação, o que está havendo é uma grande injustiça com os trabalhadores, porque o governo recebeu seus dividendos, enquanto os funcionários ficam na dependência de uma autorização sem qualquer previsão para acontecer. Isso é, no mínimo, desrespeitoso com os bancários", afirma o vice-presidente da Contraf-CUT, Carlos de Souza.

O dirigente sindical salientou que, diante do impasse, a Contraf-CUT vai orientar os sindicatos a entrarem com ações judiciais contra o BNB para o cumprimento do acordo coletivo, a fim de fazer valer o direito dos funcionários. "Pelo que nos foi exposto na negociação, não é mais a PLR de 2013 que está em jogo, mas o não cumprimento do acordo da PLR de 2012. Se os acionistas receberam o ajuste feito no balanço, por que os trabalhadores não receberam?", questiona Carlos de Souza.

Mobilização é a resposta

Um calendário de mobilização foi aprovado nesta terça-feira (29), no seminário do Comando Nacional dos Bancários, que acontece em Brasília, prevendo a realização de manifestações em todo o país. Foi marcado um dia nacional de luta, a ser realizado na próxima sexta-feira (2), como forma de pressionar o banco a pagar a PLR dos funcionários. 

"A mobilização aprovada pelo Comando Nacional prevê atividades crescentes, podendo culminar com uma greve por tempo indeterminado. Para isso ocorrer, é fundamental que todo o corpo funcional participe dos protestos, pois só a unidade nacional e a nossa força irão pressionar o governo federal para que nosso direito conquistado em acordo coletivo seja garantido", aponta o coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB, Tomaz de Aquino.

Entenda o impasse

Tomando como base o lucro apresentado no balanço do BNB em 2013, muitos funcionários teriam de devolver parte do valor recebido como primeira parcela da PLR, o que ocorreu no final da Campanha Nacional 2013. Frente a isso, após a pressão das entidades sindicais, a direção do BNB apresentou uma proposta para solucionar a questão, mediante o pagamento de uma diferença da PLR de 2012, verificada após o ajuste do balanço daquele exercício. 

Em reunião realizada no dia 7 de março, o presidente do BNB informou que seria feita uma reversão de provisões realizadas a maior no exercício de 2012, o que reduziu o lucro do BNB e motivou a distribuição de uma PLR menor do que a que efetivamente deveria ter sido quitada. 

A compensação desses valores em 2013 permitiria ao banco quitar a segunda parcela da PLR. Por sua vez, as entidades sindicais alertaram para possíveis obstáculos no DEST e Ministério da Fazenda que poderiam dificultar a operação, o que acabou acontecendo.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb Ceará

 
 

Rombo no Banco do Nordeste do Brasil

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Seg, 03 de Fevereiro de 2014 19:07

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Sindicato dos Bancários do Ceará estava certo ao pedir apuração de irregularidades no BNB
- O ex-presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Roberto Smith, e outros cinco ex-dirigentes que fizeram parte da sua gestão (de fevereiro de 2003 a junho de 2011) são acusados de, por meio de “gestão fraudulenta”, contribuir para um prejuízo de R$ 1,274 bilhão ao Banco. A denúncia, divulgada dia 24/1, é do Ministério Público Federal do Ceará (MPF-CE) e foi coordenada pelo procurador da República, Edmac Trigueiro. A ação tramita na 11ª Vara da Justiça Federal.

No dia 28/1, a procuradora Nilce Cunha, também do MPF-CE, instaurou inquérito civil público para apurar possível ato de improbidade administrativa do ex-presidente do BNB, Roberto Smith, e de outros dez ex-dirigentes da instituição financeira. A diferença entre as duas ações é que a primeira acontece na esfera penal e a segunda na esfera cível. As ações penal e cível possuem julgamento e penalidade diferentes.

De acordo com Trigueiro, o rombo é referente a 55.051 operações de empréstimos concedidos a empresários, com recursos do Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Nordeste (FNE), criado em 1989 para fomentar a região (só em 2013, R$ 11,5 bilhões foram investidos). Esses empréstimos, no entanto, não foram quitados nem cobrados pelo BNB, o que, segundo Trigueiro, caracteriza omissão por parte dos gestores envolvidos na denúncia, e, consequentemente, crime de “gestão fraudulenta”.  Das operações que foram auditadas, 2.385 possuíam Autorização de Cobrança Judicial (ACJ). Além disso, o Tribunal de Contas da União (TCU) chegou a recomendar à diretoria do Banco na época que realizasse as cobranças, o que não aconteceu, garante o procurador.

Além do ex-presidente do BNB, Roberto Smith, outros cinco foram denunciados pelo MPF-CE: João Francisco de Freitas Peixoto (ex-superintendente de Controles Internos, Segurança e Gestão de Riscos do BNB), João Andrade Costa (ex-superintendente de Crédito e Gestão de Produtos do BNB), João Alves de Melo (ex-presidente do Comitê de Auditoria do BNB), Dimas Tadeu Fernandes Madeira (ex-superintendente de Auditoria do BNB) e Jefferson Cavalcante Albuquerque (ex-superintendente de Controles Internos, Segurança e Gestão de Riscos do BNB).

Além destes, cinco diretores não tiveram seus nomes acatados pela Justiça Federal. São eles: Luiz Carlos Everton de Farias, Paulo Sérgio Rebouças Ferraro, Oswaldo Serrano de Oliveira, Pedro Rafael Lapa e Luiz Henrique Mascarenhas Correia Silva. Os dois primeiros ainda trabalham no Banco.

Sindicato já denunciava irregularidades – A notícia não surpreendeu o Sindicato dos Bancários do Ceará que, há mais de um ano, vinha denunciando essa situação e cobrando investigação dos órgãos competentes e o afastamento dos remanescentes da gestão Roberto Smith. A entidade está solicitando audiência com o procurador da República, Edmac Trigueiro, para debater a questão.

Desabafo

"O Sindicato fez várias manifestações na sede administrativa do Banco denunciando esses desmandos e cobrando investigações, com o afastamento dos remanescentes da gestão Smith, para que tudo transcorresse de forma transparente. Agora, com essa denúncia do MPF Ceará, esperamos que essas irregularidades sejam apuradas e os culpados, punidos”, desabafou Tomaz de Aquino, diretor do SEEB-CE e coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB.

Fonte: SEEB - CE

 
 

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