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BNB

Funcionários do BNB deliberam pela unidade para avançar nas conquistas

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Escrito por Emmanuela Ter, 05 de Julho de 2016 14:14

 

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Durante os dois dias de Congresso, os cerca de 140 delegados debateram temas como Emprego, Remuneração, Saúde, Previdência, importância do BNB como banco público - Unidade e mobilização. Esses foram os principais eixos do XXII Congresso Nacional dos Funcionários do BNB, realizado em Juazeiro do Norte (CE), durante os dias 1º e de julho. A busca pela unidade foi o principal meio apontado pelos participantes do evento para que se possa lutar pela manutenção da democracia e dos direitos conquistados pelo funcionalismo do Banco ao longo de sua história.

Durante os dois dias de Congresso, os cerca de 140 delegados debateram temas como Emprego, Remuneração, Saúde, Previdência, importância do BNB como banco público, além da organização e mobilização para a campanha salarial que se aproxima. Ao final, os funcionários definiram a pauta de reivindicações a ser entregue ao Banco.

Pela Contraf-CUT, participam do Congresso, o secretário-geral, Carlos de Souza, o secretário de Imprensa, Gerson Pereira, e o secretário de Políticas Sindicais, Gustavo Tabatinga.

“Só com a unidade, os trabalhadores poderão atravessar esse difícil momento no Brasil e garantir que os nossos direitos trabalhistas não sejam arrancados de nós. Além da campanha salarial, temos aí mais de 50 projetos tramitando no Congresso contra a classe trabalhadora e só com unidade poderemos enfrentar esse ataque aos nossos direitos conquistados com muita luta”, destacou o diretor de Políticas Sindicais da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga.

Gerson Carlos Pereira, secretário de Imprensa da Contraf-CUT, destacou a importância de participar do evento. "Pela primeira vez a equipe de imprensa da Contraf-CUT acompanhou este evento tão importante. Trouxemos a TV Contraf-CUT, que foi criada para comunicar de uma forma diferente, mais ágil e que permite maior compartilhamento. Pretendemos participar de outras atividades dessa magnitude", declarou. Clique aqui e veja os vídeos da TV Contraf-CUT durante o evento.

O Congresso – A abertura do Congresso se deu na manhã da sexta-feira (1º), quando o presidente da Fetrafi/NE, Carlos Eduardo Bezerra, fez uma ampla explanação sobre os desafios da campanha salarial 2016. Ele destacou ainda o difícil momento pelo qual passa o País e das ameaças que pendem sobre a cabeça da classe trabalhadora.

Durante a abertura, o coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB), Tomaz de Aquino, lembrou os tempos duros em que os trabalhadores do Banco se reuniam em “congressos clandestinos” e ressaltando a importância desse encontro para a campanha nacional do funcionalismo. “Avançamos muito em nossa mobilização dentro do BNB e devemos lutar para que nossos direitos conquistados não sejam arrancados de nós”, enfatizou o coordenador.

Durante a tarde do dia 1º, os congressistas se reuniram ainda em grupos para debater Remuneração e emprego, Previdência e Saúde, Bancos Públicos e Organização e Mobilização. A plenária final onde foi definida a pauta de reivindicações dos funcionários do BNB aconteceu durante toda a manhã do dia 2/7.

Os funcionários aprovaram ainda moção de repúdio contra o golpe em curso no País e pelo Fora Temer.

Confira as principais reivindicações aprovadas

REMUNERAÇÃO E EMPREGO

Adotar no PCR o piso salarial baseado no salário mínimo do DIEESE; Permissão para funcionários exercerem profissão de magistério em instituições públicas; Melhorias na bolsa educação; 5% de PLR Social com pagamento linear para todos os funcionários; Isonomia de tratamento e Isonomia entre funções; Melhorias nos processos de concorrência.

 Grupo 2 – SAÚDE PREVIDÊNCIA

Combate ao assédio moral e sexual; Redução da co-participação do funcionário na Camed; Reformulações no Plano de Previdência da Capef.

 Grupo 3 – BANCOS PÚBLICOS

Estabilidade para diretor representante, ouvidor e membros do Conselho de Ética semelhante a de dirigente sindical; Fim da terceirização no Agro e Credi Amigo com realização de concurso específico; Continuidade ao calendário para eleição de Representante dos Empregados no Conselho de Administração (CAREF);.

Grupo 4 – ORGANIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO

Unidade na mobilização do funcionalismo e manutenção da mesa única de negociação.

Fonte: Contraf-CUT com SEEB/CE

 

Começa em Juazeiro do Norte o XXII Congresso Nacional dos Funcionários do BNB

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Escrito por Emmanuela Seg, 04 de Julho de 2016 09:08

 

Contraf-CUT
Cerca de 140 delegados da ativa e aposentados participam do Congresso - Contraf-CUT
Cerca de 140 delegados da ativa e aposentados participam do Congresso

Começou manhã desta sexta-feira (1), o XXII Congresso Nacional dos Funcionários os funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), em Juazeiro do Norte (CE). Cerca de 140 delegados da ativa e aposentados de todos os sindicatos com BNB na base debaterão temas do interesse do funcionalismo e construirão a pauta específica dos trabalhadores para a Campanha Nacional 2016.

Pela Contraf-CUT, participam do Congresso, o secretário-geral, Carlos de Souza, o secretário de Imprensa, Gerson Pereira, e o secretário de Políticas Sindicais, Gustavo Tabatinga.

Durante a abertura, Gustavo Tabatinga, ressaltou que só com a unidade, os trabalhadores poderão atravessar esse difícil momento no Brasil e garantir que os nossos direitos trabalhistas não sejam arrancados de nós. “Além da campanha salarial, temos aí mais de 50 projetos tramitando no Congresso contra a classe trabalhadora e só com unidade poderemos enfrentar esse ataque aos nossos direitos conquistados com muita luta”, destacou.

O coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB, Tomaz de Aquino, fez uma saudação inicial lembrando os tempos duros em que os trabalhadores do Banco se reuniam em “congressos clandestinos” e ressaltando a importância desse encontro para a campanha nacional do funcionalismo.

O presidente da Fetrafi-NE e do Sindicato dos Bancários do Ceará, Carlos Eduardo Bezerra, também saudou os participantes destacando o difícil momento pelo passa o País e das ameaças que pendem sobre a cabeça da classe trabalhadora.

Os participantes, escolhidos na proporção de 1 delegado para cada 50 funcionários, vão debater temas como Saúde e Previdência, Remuneração e Emprego, Papel dos Bancos Públicos e Organização dos Trabalhadores.

Durante esta sexta, os congressistas devem ainda se reunir em grupos para debater Remuneração e emprego, Previdência e Saúde, Bancos Públicos e Organização e Mobilização. Ao final dos trabalhos em grupos haverá ainda um debate sobre campanha salarial. A plenária final está marcada para a manhã do sábado, dia 2/7.

Matéria atualizada às 12h10

Fonte: Contraf-CUT com SEEB/CE

Delegados já estão reunidos no Ceará para construir a pauta específica dos trabalhadores para a Campanha Nacional 2016

 
 

Graças à estratégia do movimento sindical BNB adianta PLR de 6,25% do lucro líquido de 2015

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Escrito por Otávio Ivson Santos Sex, 06 de Maio de 2016 17:41

Reunião BNB PLR SiteLuta dos trabalhadores e estratégia do movimento sindical garantem vitória para os funcionários do Banco do Nordeste na antecipação da PLR – Graças à decisão dos representantes dos funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), na reunião de 2 de maio, no Sindicato dos Bancários do Ceará, de não assinarem o acordo específico da distribuição da Parcela nos Lucros e Resultados da forma que a direção do BNB queria, o banco foi obrigado a pagar os 6,25% do lucro líquido de 2015, que havia sido autorizado pelos órgãos de controle.

O diretor do Sindicato dos Bancários da Paraíba e funcionário do BNB, Robson Luís Andrade Araújo, nos enviou um texto explicativo sobre todo esse processo de negociação do pagamento da PLR, que reproduzimos na íntegra, abaixo.

Desde que iniciou o impasse em relação ao valor da PLR que seria pago aos funcionários do BNB, os sindicatos de bancários de todo o Nordeste filiados à CUT (exceto os que são ligados à CONTEC, que assinou acordo específico de PLR com o banco que só garantia o pagamento aos funcionários de suas bases de apenas 3% do lucro líquido de 2015 como participação nos lucros) juntos com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), vêm se reunindo e traçando estratégias para garantir o cumprimento integral da proposta de PLR feita pelo banco e aceita pelos funcionários nas assembleias que culminaram com o fim da greve na Campanha Nacional dos Bancários 2015, que foi seguir a FENABAN e manter PLR Social de até 3% do lucro líquido daquele ano (LL-2015); o que totalizaria 18% do lucro do banco no referido exercício, ou seja, R$ 54,96 milhões.

O impasse começou em uma mesa de negociação ocorrida com o banco no mês de fevereiro, na qual fomos categóricos ao informar o diretor administrativo e de TI que o acordo específico de PLR, nos moldes propostos pelo BNB, que incluíam índices de desempenho não previstos na proposta dada pelo banco, não seria assinado pelas entidades sindicais nem pela Contraf-CUT em hipótese alguma, exatamente por não garantir o fiel cumprimento da proposta originalmente feita pela instituição.

Após o anúncio do banco, em 12 de abril passado, de que os funcionários só teriam direito aos 3% da PLR Social, exatamente pelo fato de a instituição não ter atingido os índices de desempenho acordados com os órgãos de controle, especialmente a rentabilidade do patrimônio líquido, o movimento sindical decidiu chamar assembleia para deliberar sobre um dia de luta pela PLR, que ocorreu em 19 de abril. E foi suficiente para que o banco, no dia seguinte, anunciasse para os funcionários que após um “fenomenal” esforço de articulação, conseguiu autorização para pagar 6,25% do LL-2015 e que dependia apenas da assinatura das entidades representativas no acordo específico da PLR, numa verdadeira chantagem contra os funcionários e as entidades.

Em relação a isso, gostaríamos de esclarecer que, se assinássemos o referido acordo, não teríamos como cobrar a diferença devida, que entendemos ser de mais 11,75% do LL-2015. Importante também é deixar claro que o banco já tinha autorização para pagar os 6,25% há muito tempo, e que esse percentual não foi limitado pelo DEST, pois o mesmo autorizou integralmente o valor pedido pelo banco, ou seja, o BNB não só solicitou autorização para distribuir apenas 6,25% do LL-2015 como PLR, como também disse que seus funcionários só teriam direito à PLR Social, já sabendo que poderia distribuir mais que o dobro disso, para “ver se colava”, o dia de luta fez com que a diretoria do banco percebesse que não iria “colar”, o que demonstra claramente a força da união dos trabalhadores na luta por seus direitos, e a forma desonesta com que o Banco do Nordeste está agindo em relação aos seus funcionários, mentindo pra eles em relação ao percentual que poderia ser distribuído como PLR, e tentando coloca-los contra seus representantes ao afirmar que depende apenas concordância das entidades para efetuar o pagamento.

Aliás, o BNB chegou a acusar as entidades representativas de, mesmo sabendo das “limitações legais” às quais o banco está submetido, se recusarem a assinar o acordo específico de PLR do Banco do Nordeste. Ora, os funcionários e suas entidades representativas não têm nenhuma obrigação de conhecer ou de concordar com tais “limitações”.

Temos sim, que lutar para maximizar as conquistas da categoria durante as negociações com o empregador. Já o BNB, esse sim, tem obrigação de conhecer suas próprias limitações. Daí vem a pergunta que não quer calar: A diretoria do banco, mesmo conhecendo suas “limitações legais”, fez uma proposta de PLR para seus funcionários, sabendo que não iria cumpri-la, fraudando assim o processo de negociação, com o intuito espúrio de enganar os trabalhadores para obter o benefício do fim da greve?

Finalizamos informando que apesar das pressões sofridas por todos os sindicatos, de parte considerável de suas bases, para convocar novas assembleias para deliberar sobre a adesão das entidades representativas ao acordo específico de PLR do BNB, praticamente todos os sindicatos do Nordeste e a Contraf-CUT, reunidos na última segunda-feira (02/05/2016) no Sindicato dos Bancários do Ceará, com um espírito de unidade inédito e extremamente benéfico para a nossa categoria, de forma absolutamente consensual, com a informação de que a diretoria do banco estava sendo pressionada pelos órgãos de controle a pagar a PLR autorizada por eles (6,25% do LL-2015), vendo o desespero da diretoria do banco para fazer tal pagamento, e sabendo que tinha grande chance de conseguir obrigar o banco a pagar, pelo menos o valor incontroverso, através de decisão liminar do judiciário, decidiu mais uma vez não assinar o acordo específico de PLR proposto pelo banco e continuar com a estratégia de brigar judicialmente para receber todo o valor devido da PLR de 2015 (regra da FENABAN + PLR Social).

Tal decisão obrigou o banco a pagar os 6,25% do LL-2015 à título de adiantamento suplementar da PLR 2015, o que atende aos anseios dos funcionários que estavam dispostos a abrir mão do seu direito integral, por estarem endividados e contando com o referido pagamento, sem impedir que seus sindicatos cobrem, judicialmente, os 11,75% do LL-2015 que faltam para que o banco cumpra a proposta aprovada nas assembleias que encerraram a greve em 2015.

Estamos todos, funcionários do Banco do Nordeste, sindicatos e Contraf-CUT de parabéns pela luta e pelas estratégias adotadas em relação ao problema da PLR. Tenham a certeza de que lutaremos sempre para proteger os interesses da categoria que representamos, mesmo que tenhamos que protegê-los da própria categoria, como fizemos neste episódio e continuaremos fazendo.

Por Robson Luis Andrade Araujo

Diretor – Secretário de Políticas Sociais e Saúde do Sindicato dos Bancários da Paraíba

 
 

Pressão leva BNB a liberar PLR/2015 mesmo sem acordo. Ação judicial vai continuar

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Escrito por Emmanuela Qui, 05 de Maio de 2016 17:02

 

Seeb Ceará
Seeb Ceará

Valeu a mobilização e os protestos feitos pelos colegas do BNB em todas as bases sindicais, demonstrando sua indignação pelo não pagamento da PLR/2015 nos moldes da Convenção Coletiva assinada com a Fenaban e assumida pela direção do BNB quando da apresentação de proposta para saída da greve, em outubro do ano passado.

A Diretoria Administrativa comunicou ao Sindicato dos Bancários do Ceará, nesta quarta-feira (4) pela manhã, que vai liberar o pagamento dos R$ 18.342 mil autorizados em Assembleia Geral dos Acionistas, de forma proporcional e descontado o adiantamento de R$ 4.500 mil feito por ocasião do encerramento da última greve da categoria.

O Sindicato dos Bancários do Ceará enfatiza que a decisão de o banco liberar o montante autorizado pelos acionistas não significa, de parte da Contraf-CUT e dos demais sindicatos cutistas e cetebistas, qualquer concordância com o valor estipulado. Dessa forma, a posição das entidades continua sendo a de não assinar qualquer acordo nesses termos e de continuar buscando na Justiça do Trabalho o cumprimento integral da Convenção Coletiva de Trabalho.

Quanto à assinatura do termo de adesão individual para recebimento do adiantamento suplementar da PLR/2015, o Sindicato não identifica qualquer problema em assinar, por entender que se trata apenas de uma precaução do Banco no sentido de assegurar que os valores pagos a título de antecipação sejam compensados, caso haja uma decisão posterior na Justiça.

Fonte: Seeb Ceará

 
 

Bancários de Campina Grande paralisam agências do BNB em protesto ao não pagamento da PLR

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Escrito por Emmanuela Ter, 19 de Abril de 2016 16:20

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(Campina Grande – PB) -Os funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) paralisaram por 24h, nesta terça-feira (19), as atividades das agências em Campina Grande. O ato foi em protesto ao valor rebaixado e ao não pagamento da segunda parte da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos trabalhadores.

A decisão de parar as atividades foi definida durante assembleia, realizada na última quinta-feira (14), no auditório do Sindicato. De acordo com a Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB), a paralisação, que também acontece em outros Estados do Nordeste é de advertência ao Banco, e que haverá novos protestos caso a empresa se recuse a abrir negociações para ajuste do valor da PLR.

O Sindicato, assim como a CNFBNB repudia a redução da Participação dos Lucros dos empregados e de qualquer outra redução de direitos.

Os trabalhadores estão reivindicando o que está previsto no Acordo Preliminar, fundamental para finalizar a greve dos funcionários durante a Campanha Salarial 2015, onde o Banco se comprometeu a seguir a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) quanto ao pagamento da Participação nos Lucros e Resultados.

A assessoria jurídica do Sindicato já está analisando a possibilidade de ajuizar ação coletiva por descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho.

Fonte: Seeb Campina Grande e Região

 
 

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