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BNB

Bancários de Campina Grande paralisam agências do BNB em protesto ao não pagamento da PLR

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Ter, 19 de Abril de 2016 16:20

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(Campina Grande – PB) -Os funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) paralisaram por 24h, nesta terça-feira (19), as atividades das agências em Campina Grande. O ato foi em protesto ao valor rebaixado e ao não pagamento da segunda parte da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos trabalhadores.

A decisão de parar as atividades foi definida durante assembleia, realizada na última quinta-feira (14), no auditório do Sindicato. De acordo com a Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB), a paralisação, que também acontece em outros Estados do Nordeste é de advertência ao Banco, e que haverá novos protestos caso a empresa se recuse a abrir negociações para ajuste do valor da PLR.

O Sindicato, assim como a CNFBNB repudia a redução da Participação dos Lucros dos empregados e de qualquer outra redução de direitos.

Os trabalhadores estão reivindicando o que está previsto no Acordo Preliminar, fundamental para finalizar a greve dos funcionários durante a Campanha Salarial 2015, onde o Banco se comprometeu a seguir a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) quanto ao pagamento da Participação nos Lucros e Resultados.

A assessoria jurídica do Sindicato já está analisando a possibilidade de ajuizar ação coletiva por descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho.

Fonte: Seeb Campina Grande e Região

 

Bancários do BNB fazem paralisação na Bahia

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Ter, 19 de Abril de 2016 14:50

A mobilização é por conta da falta de pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de 2015

 

Os funcionários do BNB da base do Sindicato dos Bancários da Bahia aprovaram, em assembleia, ocorrida nesta segunda-feira (18/04), na entidade, paralisação nas unidades do banco até 12h desta terça-feira (19/04), por conta da falta de pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de 2015.

Outra sugestão da assembleia é uma paralisação nacional no dia 28 de abril. O assunto será debatido. Na última campanha salarial, o banco havia assumido o compromisso com a representação dos trabalhadores de seguir o acordo da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) para o benefício. Inclusive, colocou como condição para encerramento da greve. No entanto, este ano, deixou os funcionários a ver navios. Nada de PLR. 

A instituição enviou, na semana passada, comunicado aos trabalhadores com argumentos para a negativa do pagamento da PLR. O banco não teria alcançado as metas de desempenho determinadas pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento. 

A empresa informou que tentaria o pagamento, junto ao Dest (Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais), de 6,25% do lucro líquido (R$ 305,7 milhões em 2015). No entanto, a Convenção Coletiva de Trabalho prevê, no mínimo, 12%. 

O Sindicato da Bahia já ingressou com ação, protocolada no ano passado, para pagamento da primeira e segunda parcela do benefício. Agora, aguarda julgamento.

A mobilização continua até que o BNB cumpra com o acordado e trate com respeito os empregados. A PLR não é favor. É direito. 

Fonte: Seeb Bahia

 
 

Bancários fecham agências do BNB em Alagoas para cobrar PLR decente

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Ter, 19 de Abril de 2016 14:31

 

Seec-AL 
A paralisação e manifestações desta terça-feira também ocorreram em outros estados - Seec-AL 
A paralisação e manifestações desta terça-feira também ocorreram em outros estados

Os bancários do BNB também protestam contra outras atitudes do banco, que não vem respeitando itens da CCT - Funcionários do Banco do Nordeste na capital e interior de Alagoas paralisaram as atividades desde o início da manhã, em protesto contra o valor rebaixado da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) anunciado pela empresa. O movimento, que deve durar toda esta terça-feira (19), busca pressionar a diretoria para que apresente uma proposta condizente com o trabalho e a dedicação do funcionalismo, responsáveis pelo lucro obtido no último período.

Os bancários do BNB também protestam contra outras atitudes do banco, que não vem respeitando itens da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e dos aditivos. Um deles é a contratação de mais funcionários, que iria desafogar a sobrecarga de trabalho de quem está nas agências/unidades.

Os funcionários foram pegos de surpresa pela Diretoria da instituição, com a informação de que serão distribuídos apenas 25% do lucro liquido de 2015 como dividendos. Isso afeta diretamente a PLR dos bancários, uma vez que ela é limitada a 25% do valor distribuído a titulo de dividendos. Ou seja, o BNB só estaria obrigado a pagar 6,25% do seu lucro liquido como participação a seus funcionários.

“O Sindicato repudia a forma desrespeitosa com que o banco vem tratando o seu corpo funcional. Desconsiderar o trabalho valoroso dos trabalhadores, que apesar de todas as dificuldades e assédios que sofre conseguiu produzir o lucro que aí está, é algo que tem de ser combatido. Exigimos que o banco apresente proposta de PLR condizente com o que foi acordado na Convenção Coletiva da categoria e que pare de inventar subterfúgios para não pagar o que deve”, disse Alexandre Timóteo, diretor do Seec-AL e membro da comissão de negociação com o BNB.

A paralisação e manifestações desta terça-feira também ocorreram em outros estados. De acordo com os organizadores, elas foram uma advertência, porque novos protestos serão marcados caso o banco não abra negociações e mude o valor pífio da PLR.

Fonte: Seec-AL

 
 

Funcionários do BNB na Paraíba paralisam atividades contra o não pagamento da PLR

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Seg, 18 de Abril de 2016 12:48

LucrosXPLROs funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) paralisaram por 24 horas as atividades de suas unidades de trabalho, na última terça-feira (19), em protesto contra o não pagamento da distribuição da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) do exercício de 2015, em descumprimento à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

A decisão foi tomada na assembleia da categoria na última quinta-feira (14), quando os bancários repudiaram a postura da direção do banco público, que tenta usurpar cerca de 83% da PLR do exercício de 2015.

Pela Convenção assinada, o BNB deveria distribuir aos funcionários o valor de 18% sobre o lucro líquido de 2015 – 15% garantido pela regra da Fenaban + 3% da PLR Social –, que equivale a R$ 54,96 milhões.

Mas, segundo o diretor Robson Luís, a direção do BNB só quer distribuir aos funcionários R$ 9,17 milhões, que representa apenas os 3% da PLR Social. “Além de não pagar a PLR integral, incluindo os 15% da regra da Fenaban, ainda vai descontar os R$ 4,43 milhões antecipados em novembro do ano passado”, argumentou.

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcos Henriques, também criticou duramente a postura mesquinha da direção do BNB, que exige muito e distribui pouco.

“Todos os dias o Banco exige dos bancários o cumprimento de metas abusivas, que são cumpridas em condições de trabalho precárias, sob ameaças e muita pressão que leva os funcionários ao adoecimento. E na hora de distribuir seus lucros, vir usurpar aquilo que é devido de direito, é uma tremenda injustiça, que leva, inclusive a aumentar o passivo trabalhista no BNB”, arrematou Marcos Henriques.

A diretoria do Sindicato dos Bancários reafirma sua disposição de luta em defesa dos direitos dos seus representados e, neste caso específico, vai acompanhar de perto a luta pelo pagamento da PLR dos funcionários do BNB, conforme o Acordo Coletivo de Trabalho firmado.

Robson Luís também chamou a atenção para o fato do descumprimento de acordos e convenção coletiva que poderão sujeitar diretores do BNB a responder judicialmente. “Será que essa postura equivoca não sujeitará a direção do Banco a responder judicialmente, inclusive no âmbito penal, por gestão temerária, por gerar passivo trabalhista e multas altíssimas; por gestão fraudulenta, ao fazer propostas com o fim de acabar a greve, mas sem intenção de cumprir o que fora acordado; e por improbidade administrativa, por descumprimento de Acordos Coletivos de Trabalho, que têm força de lei? Deixemos que o Ministério Público analise o caso”, concluiu.

 
 

O BNB e suas contradições escandalosas quanto à PLR e o ponto eletrônico

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Seg, 21 de Março de 2016 18:27

AGE BNB29102015 Site
No último dia 14 de março ocorreu mais uma rodada de negociação entre o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), assessorada pela Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB), cuja pauta, inicialmente limitada ao acordo específico para o ponto eletrônico, foi ampliada para tratar da distribuição da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e da eleição de um funcionário para compor o conselho de administração da empresa.

Caref

A comissão eleitoral para a condução da eleição do representante dos funcionários no Conselho de Administração do BNB, que é formada por quatro representantes do Banco e quatro representantes dos funcionários, já definiu os detalhes de como deve ocorrer a eleição. Entretanto, como não teve acesso à minuta final do regulamento que seria avaliada pela diretoria e pelo conselho de administração, foi solicitado que a referida minuta fosse disponibilizada para todos os membros da comissão eleitoral, antes de passar pelo crivo dos dois órgãos do Banco já citados, para que seja conferida a fidelidade aos termos definidos pela comissão eleitoral. O banco se comprometeu a atender ao pedido dos representantes do funcionalismo.

Ponto Eletrônico

Os representantes dos trabalhadores informaram não haver muitas dificuldades em aceitarem que as funções sem controle de jornada continuem assim com a implantação definitiva do sistema, ficando a decisão para o final das negociações. Entretanto, está fora de cogitação a flexibilização da jornada de 6 horas diárias dos bancários, pelo que foi reafirmada a proposta de tais funcionários marcarem, no sistema de ponto, apenas o início e o final da jornada do dia, tal como acontece em todas as instituições de controle estatal e na maioria das instituições privadas que tenham funcionários com a mesma jornada de 6 horas diárias, já que a CLT deixa bem claro que trata-se de uma jornada contínua.

Horas Negativas

Quanto às horas negativas, que são aquelas horas que os funcionários se ausentam para tratar de questões pessoais que não sejam previstas no acordo coletivo; por se tratarem de eventualidades, propusemos que os funcionários possam compensar tais horas dentro do mesmo mês, respeitando-se o limite de 3 horas por mês pra quem tem jornada diária de 6 horas e de 4 horas por mês para que têm jornada de 8 horas por dia. Finalizamos o tema informando que somos totalmente contrários ao banco de horas e que todas as horas extras trabalhadas devem ser pagas.

Sem Banco de Horas

Avaliando experiências como a do Banco do Brasil, onde o banco de horas gerou muitas queixas ao ser extinto – mas, os funcionários se adaptaram rapidamente e atualmente ninguém quer voltar ao antigo sistema –, chegamos à conclusão que não ter o Banco de Horas é mais vantajoso para os funcionários do BNB.

Flexibilização

O Diretor da Administração e TI demonstrou grande insatisfação com a não aceitação, por nossa parte, da flexibilização do intervalo de 15 minutos para quem tem jornada de 6 horas, e do banco de horas; inclusive, afirmou várias vezes que nós, os representantes dos trabalhadores, estávamos presos ao passado e, portanto, perdendo a oportunidade de evoluir para condições mais favoráveis aos trabalhadores. Respondemos que consideramos que estamos evoluindo ao levar o Banco do Nordeste ao mesmo patamar dos demais bancos, onde não existe mais o trabalho gratuito.

PLR

Ao perguntarmos sobre o valor que seria destinado ao pagamento da PLR dos funcionários, fomos informados que não havia garantia de que a parte geral (Fenaban) da participação nos lucros seria paga aos trabalhadores, pois a diretoria do banco ainda não sabia dos índices de desempenho previstos no acordo específico da PLR do BNB.

A diretoria do banco só não contava com a sacada de mestre do coordenador da CNFBNB, Tomaz de Aquino, ao aconselhar as entidades representativas dos trabalhadores a não assinarem o referido acordo antes da divulgação do resultado final do banco no exercício de 2015.

Após a divulgação do balanço, percebemos que os requisitos mínimos, muitos dos quais não dependem diretamente dos funcionários, não seriam atingidos e a PLR seria 0 (zero). Consequentemente, informamos que somos contrários ao acordo específico de PLR do BNB e solicitamos que os índices de desempenho sejam revistos pela instituição para garantir o pagamento da PLR dos trabalhadores, proporcionalmente ao lucro obtido, como condição essencial para aceitarmos o acordo.

Nesse momento, o diretor Isaías, que anteriormente afirmou que nós estávamos nos prendendo ao século passado, quando tratávamos do ponto eletrônico, começou a esbravejar repetidamente “mas o acordo do BNB sempre foi assim... sempre teve esses requisitos de desempenho”, numa mudança drástica de posicionamento em relação a evoluir ou se prender ao passado. Quanta contradição!

O diretor do Sindicato dos Bancários da Paraíba e membro da CNFBNB, Robson Luis, condenou essa prática contumaz do Banco, que traz prejuízos aos funcionários. “Esqueçam os acordos anteriores, procurem o DEST, o Ministério da Fazenda ou quem quer que seja; alterem esses índices para que tenhamos a garantia de que os funcionários receberão suas PLRs proporcionalmente ao lucro obtido. Só assim nós faremos o acordo”, ressaltou.

Ao afirmar que não teria como saber em quanto tempo receberia uma autorização para fazer qualquer modificação no referido acordo, o diretor Isaías foi lembrado da insatisfação e revolta dos funcionários em um passado não muito distante, pela demora no pagamento da segunda parcela da PLR. “Quase fizemos uma greve específica por conta desse atraso. Até funcionários, aqui do Passaré, que chegam a pular o muro para driblar os piquetes e trabalharem durante a greve, estavam dispostos a fazer greve naquele momento. E a história poderá se repetir”, concluiu Robson Luís.

Fonte: SEEB-PB / Robson Luis Andrade Araujo

 
 

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